Voltar

FAQ

Quais as formas de pagamento aceitas pelo gateway iugu?

Aceitamos boleto e cartão de crédito nacional (internacional das bandeiras Mastercard, Visa, Amex, Diners e Elo). Cartões de débito não são aceitos por questões de segurança de dados.

Quais são as categorias de negócios aceitas pela iugu?

Aceitamos diversos tipos de negócios, desde que possuam conta jurídica, não sejam MEI e não estejam classificados na lista de produtos e serviços proibidos.

O que é necessário para começar a usar iugu?

Após o contato com nossos consultores e fechamento de contrato é necessário criar uma conta iugu seguindo nossos requisitos para abertura de contas.

Qual o horário de expediente da iugu?

Nossa plataforma sempre estará no ar, o atendimento ao cliente e os saques de contas ocorrem se segunda a sexta, das 9h às 17h. Entretanto, por dependência de sistemas bancários, os serviços da iugu são interrompidos em feriados. Saiba mais em nossa página de expediente.

Quais são os recursos cobrados pela iugu?

A partir do plano escolhido, os recursos são cobrados em modelo de assinatura e cobranças mensais. Se necessário, somam-se taxas de configuração inicial e tarifas variáveis. Saiba mais sobre as tarifas cobradas clicando aqui.

Em quais moedas a iugu aceita transações?

A iugu aceita transações somente em Real. No caso do uso de cartão de crédito internacional, a cobrança é também é feita em Real e a bandeira do cartão faz o câmbio para a moeda do cliente.

Quais bancos a iugu suporta?

Para receber os pagamentos pela iugu, é preciso possuir uma conta PJ em um dos seguintes bancos: Banco do Brasil, Banco Original, Banestes, Banrisul, Bradesco, BRB, BS2, C6, Caixa Econômica, Inter, Itaú, Mercantil do Brasil,Modal, Neon, Nubank, PagSeguro, Safra, Santander, Sicoob (Bancoob), Sicredi, Unicred e Via Credi.

A iugu é homologada pelo Banco Central?

A iugu recebeu a licença do Banco Central que nos autoriza a funcionar como Instituição de Pagamentos. Publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de agosto de 2020.

Posso cancelar a iugu a qualquer momento?

Você deve solicitar o cancelamento da sua conta com 30 (trinta) dias de antecedência.

A plataforma pode ser utilizada por quem não é desenvolvedor?

Sim! Temos um painel facilitado onde é possível realizar a gestão financeira, cobrar seus clientes, controlar as assinaturas e acompanhar o crescimento de sua empresa.

Indiquei um cliente pelo programa de Afiliados. Como eu posso consultar minha indicação?

Você pode consultar sua indicação no Painel do Indicador.

Sua dúvida não está aqui?

Experimente a página de Ajuda e Suporte da iugu.

Voltar

Descomplique processos financeiros com a iugu!

Quero ser cliente

Inovação no varejo: como se reinventar na crise

Escrito em 01 de Julho de 2020 por Renato Ribeiro

Em tempos de crise, a inovação no varejo é fundamental. Esse é um momento crítico que exige a tomada de decisões rápidas e eficazes. E muitas vezes o caminho de saída pode ser justamente inovar e dar um passo à frente de seus concorrentes.

Segundo pesquisa realizada pela Harvard Business School, somente 9% das empresas saem mais fortes de recessões. O estudo analisou quase 5 mil empreendimentos durante três grandes recessões mundiais: a crise de 1980, a contração de 1990 e o colapso de 2000.

O objetivo era entender que tipo de estratégias tem mais eficácia para enfrentar crises econômicas. O que as empresas bem-sucedidas têm em comum? Adotaram de maneira balanceada medidas de sobrevivência e de investimento em um futuro pós-crise.

Essas empresas reduziram custos, mas não cortaram de maneira drástica o número de funcionários. Os ajustes enfocaram a melhoria da eficiência operacional. Além disso, também investiram em pesquisa e desenvolvimento, marketing e, claro, em inovação e tecnologia.

Como podemos ver, a inovação no varejo é parte importante da receita para sair mais forte da crise. Mas o que significa exatamente inovar em contextos de crise? Vamos entender melhor o que a sua empresa pode fazer na prática e conhecer alguns cases de sucesso.

Inovação no varejo na crise

Quando pensamos em inovar muitas vezes pensamos em grandes mudanças e altos investimentos em tecnologias. Mas não é bem assim. Inovação pode significar apenas pensar fora da caixa. Ou seja, produzir alguma mudança, ainda que pequena, que gere um novo valor.

Vamos conhecer 3 dicas que vão te ajudar a inovar seu negócio.

1) Invista no e-commerce

Várias pesquisas mostram que, com ou sem crise, o e-commerce é o caminho para o varejo. Em momentos complicados economicamente essa mudança se torna ainda mais essencial. As lojas virtuais não demandam um alto investimento, já que não exigem uma estrutura muito complexa, e são uma escolha segura e rentável.

Veja também: 6 ferramentas para vendas online que impulsionarão seu e-commerce

2) Adote estratégias de marketing

Você se lembra da pesquisa que citamos acima? Entre as medidas adotadas pelas empresas que superaram de forma bem-sucedida recessões econômicas está o investimento estratégias de marketing. Isso porque o papel do Marketing é, além da publicidade e da propaganda, delinear modelos de negócios, criar e fortalecer marcas, gerar relacionamento com o cliente, entre outros.

3) Aproveite as oportunidades

A crise pode ser vista como um percalço no caminho do varejista ou como uma oportunidade de negócio. Para aproveitar as possibilidades, analise o cenário e identifique as necessidades que a crise gera. Tendo em vista essa avaliação e as habilidades e competências da sua empresa, pense como implementar a inovação no varejo.

Cases: inovação em tempos de crise

Agora que já vimos algumas dicas de como lidar com momentos de recessão econômica, vamos conhecer 3 exemplos de empresas que utilizaram a inovação no varejo para superar crises e foram bem-sucedidas.

Magazine Luiza

Nos últimos anos, a empresa vem adotando estratégias eficientes para driblar as crises econômicas que o Brasil tem vivido. Entre 2015 e 2016, a Magazine Luiza enfrentou um momento complicado, como boa parte do setor varejista. Mas, devido a uma combinação de estratégias, a empresa registrou um aumento recorde no seu lucro líquido naquele ano apesar do momento complicado.

Entre as medidas adotadas estão o investimento nas vendas virtuais e operação em múltiplos canais, somado a uma gestão ágil, focada no controle de custos e despesas. De abril a junho de 2016, a receita bruta da Magazine Luiza aumentou 4,8%, atingindo 2,56 bilhões de reais, em comparação com o mesmo período de 2015, e o faturamento total da empresa no primeiro trimestre de 2017 foi 23% que no ano anterior.

Na pandemia mundial do Covid-19 não foi diferente: a Magazine Luiza foi uma das empresas com melhor avaliação durante a crise. Nesse período, investiu em marketing, reforçando seus valores e se posicionando logo no início da pandemia.

Além disso, a empresa demonstrou preocupação com seus funcionários e clientes, buscando evitar demissões e fechando as lojas físicas diante das primeiras notícias referentes à pandemia. Além disso, acelerou o lançamento de uma plataforma digital gratuita, o site Parceiro Magalu, que permite que autônomos, micro e pequenos varejistas continuem a vender online mesmo durante a crise.

Leia ainda: Empresas na crise e a COVID-19 (Coronavírus): como lidar com um cenário incerto?

Toyota e Honda

No primeiro trimestre de 2015, as vendas de automóveis e comerciais leves tiveram queda de mais de 17% com relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse cenário, marcas como Toyota e Honda se destacaram.

Essas duas empresas não somente ampliaram sua fatia do mercado como tiveram aumentos reais nas vendas. Tanto a Toyota como a Honda registraram um crescimento superior a 12% nos primeiros 3 meses de 2015, em comparação com o ano anterior.

Entre as estratégias adotadas pelas empresas para enfrentar o momento estão investimento na qualidade do produto e preocupação com eficiência e custos. Em cenários de crise é comum que as empresas priorizem volumes de produção e corte de gastos. Toyota e Honda seguiram o caminho oposto: menos quantidade de produtos e alta qualidade.

Numenu

Essa startup, que está entre as top 7 no ranking 100 Open Startups 2019, é um exemplo de agilidade nas ações e capacidade de prever impactos que tanto afetaram o setor varejista. A empresa começou como uma micro-conveniência no segmento de carros de aplicativo, levando produtos para serem vendidos na comodidade do traslado de um lugar a outro.

No início de março de 2020, avaliando a situação em outros países, a empresa pôde prever a queda do modelo de negócio no segmento. A partir dessa análise, avançou para a migração do tipo de negócio em poucas semanas.

Quando as medidas de isolamento do governo foram anunciadas, a empresa já estava preparada para as mudanças. Agora a Numenu segue no modelo de conveniência, mas dentro de condomínios residenciais. Com essa estratégia conseguiu driblar a crise.

Se você se interessou pelo tema inovação no varejo e quer receber outros conteúdos como este, assine a newsletter da iugu. Assim, você vai ter novidades toda semana direto na sua caixa de e-mail para  impulsionar o seu negócio!