Edtechs: como reduzir o chargeback com a tecnologia?

Escrito em 07 de Março de 2023 por Maria Carolina Rosa

Atualizado em 24 de Agosto de 2023

As Edtechs são startups que têm ganhado cada vez mais destaque no Brasil. Pautadas por conceitos como tecnologia e inovação, essas empresas têm atraído a atenção de investidores e expandido seus negócios. 

De acordo com a 4ª Edição do Mapeamento de Edtechs 2022, realizado pela ABStartups (Associação Brasileira de Startups), foram identificadas 813 Edtechs ativas no Brasil, número que representa um aumento de 44% em relação ao mapeamento de 2020, quando foram detectadas 556 Edtechs.

Além disso, o levantamento também mostra que 53% das Edtechs estão em fase de tração ou escala, o que demonstra que boa parte dessas empresas já adquiriram maturidade e caminham rumo ao crescimento. 

Entretanto, assim como outros negócios que vendem e recebem através de meios de pagamento digitais, as Edtechs também são impactadas por um problema crescente: o aumento das fraudes e chargebacks, que trazem inúmeros prejuízos aos negócios.

Em um cenário tão desafiador, é fundamental contar com as ferramentas e parceiros certos para contornar o problema. Então, que tal descobrir como reduzir o chargeback com a tecnologia na sua Edtech

Leia o conteúdo a seguir e saiba como!

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Afinal, o que é chargeback?

Em português, o termo “chargeback’’ significa “reversão de pagamentos”. Quando ele acontece, o empreendimento que realiza a transação precisa devolver os valores ao consumidor. 

Ele tem o objetivo de garantir segurança ao consumidor, pela possibilidade de contestação de eventual valor creditado indevidamente em seu cartão por meios digitais, como quando um cartão é clonado ou extraviado, por exemplo.

O chargeback legítimo é um processo de contestação de cobrança feita pelo próprio titular do cartão, quando sofre algum problemas como roubo, fraude de identidade ou desacordo comercial. 

Entretanto, em muitos casos, o chargeback também pode acontecer por fraudes, como, por exemplo:

  • Fraude comum: acontece quando o consumidor tem seus dados roubados ou o cartão de crédito clonado. Assim, golpistas utilizam o meio de pagamento para realizar compras indevidas no nome do titular;
  • Auto fraude: fraude realizada pelo próprio titular do cartão. Nesse caso, após a realização da compra e recebimento  do produto/serviço, o consumidor cancela a transação e solicita o reembolso do valor pago;
  • Fraude amigável: consiste na utilização do cartão por conhecidos ou parentes sem o consentimento do titular. 

O mercado de Edtechs e os desafios do chargeback

Como você viu, as startups de educação têm se expandido de forma crescente no Brasil, atraindo a atenção de investidores e impulsionando a inovação no setor. 

De acordo com um levantamento realizado pela Distrito, o setor cresceu 28% durante a pandemia. 

Para os próximos anos, as projeções também são animadoras: ainda segundo a Distrito Report, as edtechs devem movimentar, globalmente, mais de US $350 bilhões até 2025.

Diante desses dados, é possível afirmar que o setor se encontra em pleno desenvolvimento no Brasil, com grandes oportunidades de sucesso se apresentando no horizonte.

Mas, para chegar lá, as Edtechs também precisam enfrentar um dilema que tira o sono de gestores e empreendedores: o crescente número de fraudes nos pagamentos digitais

O indicador da Serasa Experian revelou que, nos 3 primeiros trimestres de 2022, foram registradas 3.046.294 tentativas de fraudes de identidade contra o consumidor no Brasil. 

Com tantas ameaças e ações fraudulentas cada vez mais engenhosas, é comum que muitas empresas do setor se vejam presas no problema do chargeback.

Além de danos financeiros, ele também gera prejuízos à imagem da empresa, o que mina a confiança dos consumidores e do mercado como um todo. De forma resumida, a combinação desses fatores resulta em uma equação desastrosa para as empresas

Mas ao aderir às soluções proporcionadas pela tecnologia, é possível evitar tais consequências a curto, médio e longo prazo.

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Afinal, como a tecnologia pode ajudar a reduzir o chargeback em Edtechs?

O chargeback pode até parecer um problema inofensivo. Contudo, a longo prazo, ele representa inúmeros prejuízos e até riscos às empresas. 

Portanto, estar atento a esse indicador é fundamental para manter a saúde e a sustentabilidade do negócio. 

Nesse sentido, contar com uma plataforma de cobranças com tecnologia robusta faz toda a diferença na redução dos índices de chargeback e na otimização da gestão financeira. Veja só. 

1. Diferentes meios de pagamento

O cartão de crédito ainda é um dos meios de pagamento favoritos dos brasileiros, principalmente pela possibilidade de parcelamento.

Mas, como vimos, ele também é um dos métodos mais vulneráveis a fraudes em pagamentos digitais. 

Logo, contar com uma plataforma de pagamentos com tecnologia para oferecer meios variados, como o boleto, Pix ou carnê digital é uma excelente forma de reduzir os riscos de fraude.

2. Tokenização 

A tokenização de pagamentos é uma tecnologia que substitui os dados sensíveis dos clientes, como nome e informações de cartão de crédito, por letras e números aleatórios que só possuem valor para o processador do pagamento.

Dessa forma, os dados sensíveis ficam mais protegidos e as transações ganham uma camada extra de segurança, o que inibe a ação de fraudadores.

3. Antifraude poderoso

Contar com um antifraude poderoso e munido de novas tecnologias é fundamental para reduzir as chances de fraude em uma Edtech

Portanto, a dica é contar com uma ferramenta que ofereça diferenciais como a verificação de identidade digital, IA, Machine Learning e investigações manuais.

Gostou de entender um pouco mais sobre como reduzir o chargeback com a tecnologia? Então, leia nosso case de sucesso e descubra como a Eduzz reduziu os índices de chargeback em 42% com a iugu.

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